Descobri estas duas séries britânicas na Netflix e fiquei simplesmente deliciado com as suas narrativas. Uma é sobre aprendizagem e a outra é sobre curiosidade. Ou talvez vice-versa. Ou talvez sejam ambas sobre ambos os temas. A única diferença mesmo é uma dedicar-se ao universo adolescente a outra ao universo adulto. E essa diferença nota-se, muito.

Numa altura em que surgem tantas questões, tantos medos, mas ao mesmo tempo tantos estímulos e tantas novas formas de lidar com o mundo de possibilidades que nos rodeia, é deveras interessante e importante ver essas realidades espelhadas em narrativas bem construídas, que ajudam a reflectir, a informar e a promover o diálogo entre jovens e adultos, porque as dúvidas abundam em ambos os sectores.

As boas histórias não servem para substituir conversas mas elas existem para as facilitar. E estas duas histórias são prova disso mesmo. Com base nestes enredos é possível não só educar mas também experienciar uma realidade desconhecida, exactamente porque muitos receios são trazidos à tona e vividos por pessoas que não somos nós. É um espelho que apenas reflecte um “e se…?” e isso dá toda a margem de manobra para falarmos ou dormirmos sobre o assunto.

Se procuram abordagens desinibidas às questões da sexo, sexualidade, erotismo e relações humanas, recomendo-vos vivamente estas duas séries.

Para que seja sempre um prazer

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